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		<title>Primeiro blog : Primeiro blog</title>
		<link>http://gravidez.bloggeiros.com/Primeiro-blog-b1.htm</link>
		<description>Seu primeiro blog</description>
		<lastBuildDate>Tue, 16 Mar 2010 18:37:55 GMT</lastBuildDate>
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			<title>Primeiro blog : Primeiro blog</title>
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		<title>A fisiologia do corpo na gravidez</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-07T20:47:57Z</pubDate>
		<description>Meire Shinsato - Aluna de Obstetrícia da USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a gravidez, a mulher passa por mudanças fisiológicas em todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os seus sistemas orgânicos. Nosso interesse é o de discutir as causas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;consequências e possíveis soluções para as queixas das mulheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;grávidas, relativas ao sistema urinário. &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Alterações Anatômicas do sistema urinário na gestação</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-13T16:37:59Z</pubDate>
		<description>&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Meire Shinsato - Aluna do curso de Obstetrícia da USP &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Desde a primeira semana de gestação o corpo da mulher começa a passar por alterações anatômicas e fisiológicas para adaptar-se à gestação, ao trabalho de parto, ao parto e ao puerpério. Há alterações em praticamente todos os sistemas orgânicos. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;É importante conhecer essas modificações para melhor preparar-se para o período de gestação e pós-parto, entendendo o que pode ser considerado normal e o que pode indicar uma possível gravidez de alto risco. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O sistema renal ou urinário sofre grandes alterações anatômicas. Os rins aumentam de tamanho devido ao aumento do fluxo sanguíneo e do volume vascular renal. Os cálices, pelve e ureteres, nos rins, se dilatam já a partir da 10ª semana de gestação. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A bexiga perde gradativamente o seu tônus (grau normal de força e tensão), devido ao efeito da progesterona sobre os músculos lisos. A bexiga é deslocada para a frente e para cima, pelo útero em crescimento e pelos órgãos pélvicos dilatados devido ao maior volume sanguíneo. A capacidade da bexiga ao final da gestação é de aproximadamente 1 litro, ou seja o dobro do normal. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Devido a essas alterações anatômicas a mulher estará mais sucetível à bacteriúria assintomática, ou seja, a presença de grande número de bactérias na urina, porém sem sintomas. A pressão da unidade uteroplacentáriafetal sobre a bexiga, pode também interferir na drenagem sanguínea e linfática da base da bexiga, tornando-a suscetível às infecções. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas: &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;KNUPPEL, R.A. &lt;/font&gt;&lt;em&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Alto risco em obstetrícia&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;: um enfoque multidisciplinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REY, Luis. &lt;em&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Dicionário de termos técnicos de medicina e saúde&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SOBOTTA. &lt;em&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Atlas de anatomia humana&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Transplante renal e gravidez</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-17T14:15:00Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm&quot; class=&quot;western&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;Eduardo C. Santos - Aluno de Obstetrícia USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da Obstetrícia, uma gestante portadora de problemas renais a (IRA) Insuficiência Renal Aguda ou a (IRC) Insuficiência Renal Crônica já tinha seu destino praticamente estabelecido, com a apresentação de um quadro complexo para a situação e com pequenas possibilidades de sobrevivência para a mãe e/ou filho(s).&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm&quot; class=&quot;western&quot;&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm&quot; class=&quot;western&quot;&gt;&lt;br /&gt;Atualmentejá é possível a uma gestante de rim transplantado completar o período gravídico com ótimas &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;perspectivas de sobrevivência para mãe e filho. O transplante renal normaliza a fertilidade de mulheres previamente inférteis devido à IRC, atravessa da normalização dos ciclos menstruais, o que pode ocorrer num período de seis meses após o transplante. &lt;/font&gt;A anticoncepção das pacientes transplantadas deve ser&lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;realizada por métodos de barreira, já que o anticoncepcional oral pode aumentar a pressão arterial e o DIU levar a infecções por estar em uso imunossupressão. A taxa de abortamento é de 16%, similar à observada na população em geral. &lt;/font&gt;Ocrescimento intra-uterino restrito tem sido relatado em 13 a 50% dos casos e a prematuridade em 19 a 56%. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;As recomendações para as pacientes transplantadas que &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;querem engravidar, são as seguintes:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm&quot; class=&quot;western&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;1) Espera de dois anos para planejar a concepção.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm&quot; class=&quot;western&quot;&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;2) A função renal deve estar estabilizada (menor ou igual2mg/dl, preferentemente maior ou igual a 1,4; sem evidência derejeição; mínima proteinúria; ausência &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;de distensão pielo calicinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;3)&lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;Hipertensão arterial ausente ou facilmente controlada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;4)Medicamentos em níveis reduzidos prednisona menos ou igual 15mg/dia); azatioprina menor ou igual a 2 mg/kg/dia (dose maior ouigual a 2,2 pode levar a anomalias); ciclosporina menor ou igual a 5 &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;mg/kg/dia (embora não esteja estabelecida uma dose segura).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;Outraobservação é a de que gestantes nefropatas estãomais expostas ao estado de anemia, devido ao aumento de massaeritrocitária. Isto ocorre provavelmente pela secreçãoinadequada de eritropoietina, ou EPO, hormônio responsável pela produção de eritrócitos, que éproduzida nos rins e no fígado e que tem a função&lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt; primordial de regular a eritropoiese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;A EPO é secretada essencialmente pelo córtex renal (emtorno de 90% da produção), sendo que a sua produção &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;é estimulada pela baixa de oxigênio nas artérias renais. &lt;/font&gt;A sua falta contribuirápara que a gestante apresente um quadro de anemia, colocandoseriamente em risco vida da gestante e a do feto. Felizmente, para muitos casos desta patologia, há tratamentos adequados com aplicações de doses desse hormônio na gestante,&lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt; que podem reduzir o número de óbitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;Referências &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;bibliograficas:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREITAS, Fernando; MARTINS-COSTAS, Sergio; RAMOS, Jose G. L.; MAGALHÃES, &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;Jose, A.M. &lt;/font&gt;Rotinas em &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;&lt;em&gt;Obstetrícia&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;, 5ª &lt;font face=&quot;Arial, sans-serif&quot;&gt;edição. Artmed, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Alterações anatômicas durante a gravidez com ênfase na função renal</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-19T19:18:57Z</pubDate>
		<description>Diego R. Martins - aluno de Obstetrícia USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alterações hormonais que ocorrem durante a gestação causa alterações anatômicas, fisiológicas e bioquímicas. A parada da menstruação(descamação do endométrio) é um dos primeiros sinais fisiológicos em resposta a gravidez, sendo o responsável por esta parada o hormônio gonadotrofina coriônica humana – hCG, produzido pela placenta. O útero, órgão muscular onde o feto repousa, aumenta cerca de 500 a 1000 vezes ao fim da gravidez. Este crescimento faz com que o estômago e as demais estruturas abdominais sejam empurrados para cima, está pressão gerada nas estruturas pode gerar desconforto. Na 5ª semana de gestação há um processo de congestão mamária, que tornam as mamas doloridas, sensíveis e aumentadas de volume.** &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rim aumenta 1cm de comprimento, devido a um aumento no volume vascular renal, na capacidade do sistema coletor e também na hipertrofia do rim. Há um aumento de até 30% do volume renal (excluindo a pelve renal e parte do sistema coletor). Dentro de uma semana após o parto o volume renal diminui para os valores normais.* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacidade do sistema coletor renal dilatado, também conhecida como hidronefrose fisiológica da gravidez, é a que sofre a modificação mais notável. Uma causa provável para esta modificação é a influência hormonal.* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síntese de prostaglandina E2 (PGE2) é aumentada durante a gravidez, podendo ser responsável pela hipomobilidade ureteral e distensão, além de provavelmente ser um dos contribuidores para a vasodilatação renal. A obstrução mecânica pode às vezes contribuir para a distensão ureteral, particularmente no lado direito onde as pressões intra-uterais são maiores acima do que abaixo da orla pélvica. O aumento da frequência de refluxo vesicoureteral durante a gravidez é proporcionado pelo relaxamento do músculo liso. Embora a dilatação da pelve renal e dos ureteres comece no primeiro trimestre, persiste por até 12 semanas após o parto.* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No inicio da gravidez ocorre um aumento do fluxo sanguíneo renal, correspondente a um aumento no débito cardíaco e uma diminuição na resistência vascular. O aumento do fluxo traz como consequência um aumento na TFG (Taxa de Filtração Glomerular) em aproximadamente 45%. Em mulheres não grávidas a TFG é em média 96ml/min e em mulheres grávidas aumentam, em média, para 143ml/min. O aumento da TFG leva a um aumento simultâneo na quantidade filtrada de sódio. Se levarmos em conta que não há um aumento da ingestão de sódio, o balanço de sódio deve ser mantido por um aumento proporcional na reabsorção tubular renal de sódio. Durante o curso da gravidez há uma retenção cumulativa de sódio entre 500 e 900mEq para expandir o espaço extracelular materno e fetal.* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres grávidas mantêm um balanço normal de água e retêm a capacidade para produzir urina concentrada e diluída ao máximo. Há um aumento de sódio sérico de aproximadamente 5mEq/L e uma diminuição da osmolalidade plasmática de aproximadamente 10mOsm/kg de H2O.* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As modificações na hemodinâmica renal durante a gravidez produzem alterações na excreção de ácido úrico, glicose e aminoácido. A síntese de urato permanece constante durante a gravidez, enquanto que a depuração do urato aumenta, levando a uma diminuição no ácido úrico sérico entre 2,5 e 4 4mg/dL no início da gravidez. Na gravidez avançada a depuração do ácido úrico diminui junto com o fluxo sanguíneo renal, porém há uma elevação de ácido úrico sérico.* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reabsorção fracionária de aminoácidos diminui durante a gravidez. A excreção de alguns aminoácidos é aumentada, estando entre eles a glicina, histidina, treonina, serina e alanina.* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* BURROW, G. N. ; FERRIS, M. D. T. F. &lt;em&gt;Complicações Clínicas Durante a Gravidez&lt;/em&gt;; 4ª Ed., Roca, 1996, p. 263-266.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;** OLIVEIRA, C. A.; LOPES, L. M. &lt;em&gt;Módulo 2: Entendendo sua gestação e o pré-natal&lt;/em&gt;, “entendendo as alterações fisiológicas” ; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Distúrbios Renais e do Trato Urinário</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-20T02:15:40Z</pubDate>
		<description>Paola Elizandra - aluna de Obstetrícia USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns exemplos de distúrbios desenvolvidos durante a gravidez são a pielonefrite aguda ou a nefrite lúpica por hipertensão. Um dos fatores de obstrução são os hormonais, que criam estase urinária, podendo acarretar infecções urinárias superiores sérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipertrofia da função renal se torna evidente logo após a concepção, e pode ser mediada por vasodilatação intra-renal que é induzida pela gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infecções do Trato Urinário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As infecções do trato urinário mais comumente encontradas durante a gravidez são as infecções bacterianas. Embora a bacteriúria assintomática seja mais comum, a infecção sintomática pode envolver o trato inferior para causar a cistite, ou pode envolver os cálices, a pelve e o parênquima renais para causar a pielonefrite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bloqueio peridural ou espinal, além da analgesia ou o traumatismo do trabalho de parto, diminui freqüentemente a sensibilidade da bexiga ao aumento da tensão do líquido intravesical no início do puerpério. Hematomas da parede vaginal, lacerações peridurais ou uma grande episiotomia podem reduzir as sensações de distensão vertical que são causadas devido ao grande desconforto que promovem. Após o parto, quando a ocitocina é interrompida, freqüentemente ocorre diurese com produção abundante de urina e distensão vesical. A distensão excessiva da musculatura pélvica, associada ao cateterismo para proporcionar alívio, comumente leva a infecção urinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bacteriúria Assintomática: A bacteriúria foi relacionada a um aumento da incidência de hipertensão induzida pela gravidez e anemia em alguns estudos. Sua persistência após o parto em muitas das mulheres estudadas, leva também a um número significativo e com evidência pielográfica de infecção crônica, lesões obstrutivas ou anormalidades urinárias congênitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cistite e Uretrite: Existe evidências de que a infecção vesical durante a gravidez desenvolve-se sem bacteriúria evidente. A cistite é caracterizada por disúria, urgência e polaciúria, existindo também alguns achados sistêmicos associados. Geralmente existe piúria, assim como bacteriúria. A hematúria microscópica é comum, e, ocasionalmente, há hematúria macroscópica. Metade dos casos encontrados, mais de 90% dos casos de cistite são limitados à bexiga. Apesar da cistite geralmente não ser complicada, o trato urinário superior pode ser envolvido por infecção ascendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pielonefrite Aguda: A pielonefrite é mais comum após meados da gravidez. É unilateral e situa-se do lado direito em mais da metade dos casos; é bilateral em um quarto. Na maioria das mulheres, a infecção do parênquima renal é causada por bactérias que ascendem do trato inferior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 15% das mulheres portadoras dessa infecção também possuem bacteremia. Essa infecção pode ser confundida com trabalho de parto, corioamnionite, apendicite, descolamento prematuro da placenta ou mioma infartado, e, no puerpério, com metrite com celulite pélvica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instabilidade termorreguladora caracterizada por picos febris seguidos por hipotermia é um achado freqüente, mas em algumas vezes dramático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 1 a 2 % das mulheres com pielonefrite pré-parto desenvolvem graus variáveis de insuficiência respiratória causada por lesão alveolar induzida por endotoxina e edema pulmonar. Em algumas mulheres, a lesão pulmonar é grave, com conseqüente síndrome de angústia respiratória do adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pielonefrite Crônica: A nefrite intersticial crônica, que é normalmente causada por infecção bacteriana e é denominada pielonefrite crônica. Em muitos casos, a fibrose radiológica clássica é acompanhada por refluxo uretral à micção, a partir disso surge o termo nefropatia de refluxo. Ao contrário da pielonefrite aguda, a infecção crônica freqüentemente não é sintomática, e, em casos avançados, os sintomas são aqueles de insuficiência renal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros exemplos de infecções que podemos citar são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        Nefrolitíase;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        Litíase Durante a Gravidez;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dessas infecções existe também as Glomerulopatias – Glomerulonefrite Aguda, Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva, Síndrome Nefrótica, Síndrome Nefrótica Complicando a Gravidez -, a Doença Renal Policística, a Doença Renal Crônica, a Diálise Durante a Gravidez, a Insuficiência Renal Aguda (Obstrutiva) e a Insuficiência Renal Pós-parto Idiopática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referencias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Williams Obstetricia...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;20ª edição&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Editora Guanabara Koogan&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;cáptulo 49 &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;página 990-1004.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Formação do Sistema Urinário do Bebê na Gravidez</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-24T13:14:59Z</pubDate>
		<description>&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;Erica Ferreira - aluna de Obstetrícia da USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao desenvolvimento do Bebê as primeiras dúvidas que geralmente surgem sobre sua formação, que ainda é considerado embrião para depois ser promovido a feto, é o inicio dos batimentos do coração que a propósito acontecem na quarta semana, no 25º dia com batimentos regulares para garantir o suprimento de sangue para seu rápido desenvolvimento, mas outra estrutura importante que gera pouca a nenhuma curiosidade que é o sistema urinário do ainda embrião, que são estruturas de papel fundamental não apenas na conhecida filtração do sangue, mas também no que envolve essa “filtração” que é a própria segregação do que deve ser eliminado e a regulação dos compostos do sangue para que nosso corpo esteja em equilíbrio. Pontos em que mudanças relevantes acontecem são; na &lt;strong&gt;quarta semana&lt;/strong&gt; onde começa uma separação na região ventral que ira originar a bexiga urinária e a uretra do embrião, na &lt;strong&gt;quinta semana&lt;/strong&gt; onde o rim definitivo começa a ser formado e na &lt;strong&gt;oitava semana&lt;/strong&gt; quando os órgãos genitais começam a se diferenciar (porque no inicio a formação dos órgãos genitais é a mesma para os dois sexos),logo após a semana que passou ele (ou ela) é finalmente promovido a feto, quando entre a &lt;strong&gt;9ª e 12ª semana&lt;/strong&gt; começa a produção de urina e aproximadamente na &lt;strong&gt;14ª semana&lt;/strong&gt; acontece a reabsorção renal da urina, que é ainda um mecanismo imaturo que não produz uma urina como a nossa e essa função renal do feto apesar de não ser necessária para a vida fetal é importante porque o principal componente do líquido amniótico é essa urina fetal e sua falta diminui o volume de líquido significantemente,o que causaria prejuízos em seu desenvolvimento, e finalmente por volta da 18º semana os órgão genitais já estão diferenciados, o feto está em pleno desenvolvimento e formando outros sistemas, inclusive o nervoso que o permite ter controle sobre reflexos simples, mas o controle em prender o “xixi” e esperar para ir ao banheiro já é outra história que ainda vai levar bastante tempo e paciência dos pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Arial&quot;&gt;BORTOLETTI, Fátima Ferreira, et al.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Psicologia na Prática Obstétrica: Abordagem Interdisciplinar.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Síndrome Nefrótica e Pré-Eclâmpsia: Os cuidados e correlações</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-24T13:58:44Z</pubDate>
		<description>Georgia Aparecida - aluna de Obstetrícia da USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pré-eclampsia é caracterizada pelo aumento da pressão arterial para níveis pressóricos acima de 140/90 mm Hg associada a perda a perda de proteínas pela urina, durante a gestação.Segundo a OMS a pré-eclâmpsia é a principal causa de morte materna, e no Brasil representa 37% dos óbitos maternos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Síndrome Nefrótica caracteriza o estado patológico em que há proteinúria associada a edema generalizado, baixa níveis de albumina no sangue e colesterol elevado; pois para “eliminar” colesterol da circulação é necessário que este esteja conexo a uma proteína, que neste caso esta em baixa no organismo, acarretando altos níveis de colesterol circulante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatores predisponentes á síndrome nefrótica são: diabetes, reações alérgicas a antiinflamatórios, doenças glomerulares e eclampsia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os fatores predisponentes á pré-eclâmpsia são: diabetes, gestação múltipla, obesidade, idade avançada ou gravidez precoce ou disfunção em que há degeneração das células da placenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas as doenças estão correlacionadas, pois em longo prazo uma pode predispor a outra. Explicando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pré-eclâmpsia caracterizada por pressão arterial marcadamente elevada e sinais de lesões de órgãos-alvo encefalopatia, infarto agudo do miocárdio, angina instável, edema agudo de pulmão, eclâmpsia, acidente vascular encefálico, pode levar á morte da mãe e do feto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na síndrome nefrótica há lesões no glomérulo, que é responsável pela filtração sanguíneo; com sua função prejudicada a proteína que deveria ser filtrada é excretada na urina, esse processo é chamado proteinúria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proteinúria decorrente da síndrome nefrótica promove edemas generalizados, pois a filtração capilar é prejudicada pelo nível da pressão osmótica estar menor á hidrostática, nos vasos e interstício, dificultando a efusão de liquido para o vaso e resultando no seu acúmulo no interstício, situação em que ocorre o edema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se analisar que os principais parâmetros observados nessa patologia também são encontrados em gestantes normotensas e sem comprometimento renal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos descrevem que a presença dessa doença durante a gestação pode resultar em comprometimento no desenvolvimento mental e/ou neurológico do feto, e se associa a um problema na placenta- vasoconstrição, que restringe o fluxo de sangue à criança. E quanto ao recém-nascido, encontram-se altos índices de prematuridade (80%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gestação nesses casos não é recomendada, pois há grandes riscos de morbimortalidade materno-fetal por complicações decorrentes de ambas as doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel do profissional obstetriz faz em sentido da prevenção e acompanhamento de ambas as doenças, em associação ou não, no pré-natal e puerpério, orientando a mãe sobre os riscos de engravidar ou de levar a gravidez , quando doente renal  ou hipertensa , e ainda na período pós-parto no acompanhamento mãe – bebe  até normalização da condição eutrófica da saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomenda-se que o aconselhamento obstétrico esteja baseado na antecipação do parto (38a ou 39a semanas) com fórcipe de alívio caso o trabalho de parto esteja presente e para a normalização da pressão sugere- se que haja o posicionamento da gestante em decúbito lateral esquerdo (acredita-se que essa posição ajuda na circulação sanguínea para o útero e rins) e ingestão de pouco sal (6g ao dia), também não é aconselhável o uso de diuréticos e hipotensores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;3&quot;&gt;PERAÇOLI,J.C; PARPINELLI,M.A.&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;&lt;font face=&quot;BookmanOldStyle&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;Hypertensive disorders of pregnancy: identifying severe cases.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;Rev Bras Ginecol Obstet.Botucatu- Sp:27(10): 627-34,2005.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;COELHO,T.M.&lt;font color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;PROTEINÚRIA NAS SÍNDROMES HIPERTENSIVAS DA GESTAÇÃO&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;FuturaBT-MediumCondensed&quot; size=&quot;5&quot; color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font face=&quot;FuturaBT-MediumCondensed&quot; size=&quot;5&quot; color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font face=&quot;FuturaBT-MediumCondensed&quot; size=&quot;5&quot; color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;3&quot;&gt;PROGNÓSTICO MATERNO E PERINATAL,&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;FuturaBT-MediumCondensed&quot; size=&quot;5&quot; color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font face=&quot;FuturaBT-MediumCondensed&quot; size=&quot;5&quot; color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font face=&quot;FuturaBT-MediumCondensed&quot; size=&quot;5&quot; color=&quot;#4d4d4d&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Rev Assoc Med Bras;São Paulo:50(2): 207-13, 2004.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;FRANCO, D.R.A&lt;br /&gt;Hipótese do Pólo Comum entre a Pré-Eclâmpsia e o Diabetes&lt;br /&gt;Gestacional,Arq Bras Endocrinol Metab,São Paulo,2008;52/6.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Formação do Sistema Urinário do Bebê na Gravidez</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-24T15:03:16Z</pubDate>
		<description>Debora Monteiro - aluna de Obstetrícia da USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao desenvolvimento do Bebê as primeiras dúvidas que geralmente surgem sobre sua formação, que ainda é considerado embrião para depois ser promovido a feto, é o inicio dos batimentos do coração que a propósito acontecem na quarta semana, no 25º dia com batimentos regulares para garantir o suprimento de sangue para seu rápido desenvolvimento, mas  outra estrutura importante que gera pouca a nenhuma curiosidade que é o sistema urinário do ainda embrião, que são estruturas de papel fundamental não apenas na conhecida filtração do sangue, mas também no que envolve essa “filtração” que é a própria segregação do que deve ser eliminado e a regulação dos compostos do sangue para que nosso corpo esteja em equilíbrio. Pontos em que mudanças relevantes acontecem são; na quarta semana onde começa uma separação na região ventral que ira originar a bexiga urinária e a uretra do embrião, na quinta semana onde o rim definitivo começa a ser formado e na oitava semana quando os órgãos genitais começam a se diferenciar (porque no inicio a formação dos órgãos genitais é a mesma para os dois sexos),logo após a semana que passou ele (ou ela) é finalmente promovido a feto, quando entre a 9ª e 12ª semana começa a produção de urina e aproximadamente na 14ª semana acontece a reabsorção renal da urina, que é ainda um mecanismo imaturo que não produz uma urina como a nossa e essa função renal do feto apesar de não ser necessária para a vida fetal é importante porque o principal componente do líquido amniótico é essa urina fetal e sua falta diminui o volume de líquido significantemente,o que causaria prejuízos em seu desenvolvimento, e finalmente por volta da 18º semana os órgão genitais já estão diferenciados, o feto está em pleno desenvolvimento e formando outros sistemas, inclusive o nervoso que o permite ter controle sobre reflexos simples, mas o controle em prender o “xixi” e esperar para ir ao banheiro já é outra história que ainda vai levar bastante tempo e paciência dos pais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Arial&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;CERNACH, Mirlene Soares Pinhp. &lt;strong&gt;Psicologia na Prática Obstétrica: Abordagem Interdisciplinar. &lt;/strong&gt;Capitulo 2. Editora Manole, pag 161 a 163.&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Arial&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>O Curso</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2008-11-24T15:32:00Z</pubDate>
		<description>Os cursos de Obstetrícia já existiram no Brasil, porém foram extintos na década de 1960. A formação de obstetrizes e enfermeiras obstétricas passou à responsabilidade exclusiva das escolas de enfermagem no Brasil. E em 1971, a Escola de Obstetrícia, anexa ao Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, foi integrada à Escola de Enfermagem dessa Universidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de 44 anos fora de foco, o curso de obstetrícia volta ao cenário das universidades. O curso foi reaberto na mais nova unidade da USP, a Escola de Artes Ciências e Humanidades, EACH-USP, localizada na zona leste do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A volta do curso é uma tentativa de tornar o parto mais humanizado no Brasil, uma vez que somos o primeiro da lista no ranking de cesáreas no mundo todo. Dentre os partos feitos no Brasil cerca de 80% são cesáreas, a sua maioria em hospitais privados, sendo a porcentagem recomendada de apenas 20% segundo o Organização Mundial da Saúde (OMS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O profissional formado no curso será encarregado de promover e preservar a normalidade do processo de nascimento,  além de dar assistência á mulher tanto nos processos físicos do parto quanto emocionais e socioculturais. O obstetriz, integrado a uma equipe de saúde será capaz de atuar de forma autônoma, responsabilizando-se pela assistência à gestação e ao parto normal, capacitados para cuidar da saúde de gestantes, parturientes, puérperas, recém-nascidos e familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse modelo de assistência ao parto já está inserido em alguns países europeus como Inglaterra, País de Gales, Irlanda, Holanda, Itália e França , que preservaram a formação de obstetrizes com alto nível de competência profissional, contribuindo para a produção de indicadores de saúde materna e peri natal bem-sucedidos. E ainda na América Latina, podemos citar o Chile , que graças a esse modelo, foram gerados impactos positivos no sistema de saúde daquele país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E embora a especialização em enfermagem obstétrica represente uma importante estratégia para a capacitação de enfermeiras na área, essa via única não vem atendendo plenamente a demanda por profissionais em nosso país, adequadamente preparados. Então espera-se  que com a integração dos obstetrizes dentro da equipe de Saúde, um retorno social no âmbito do ensino, da pesquisa e da assistência a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.uspleste.usp.br/cursos.php?pagina=obstetricia&quot;&gt;http://www.uspleste.usp.br/cursos.php?pagina=obstetricia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;</description>
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